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Parents Music Resource: Confere As 15 Músicas Mais Obscenas, Segundo O Conselho

Os anos 1980 foi recheado de boa música e lançamentos de grandes álbuns, no entanto, a década rendeu algumas bizarrices como o famigerado Parents Music Resource (PMRC), que era um conselho criado pela Tipper Gore, esposa do ex-vice presidente do EUA, Al Gore, sob o pretexto dos pais terem mais controle em relação ao acesso das crianças às músicas consideradas violentas, sexuais e de apologia as drogas.

Essas músicas entraram para uma lista que ficou conhecida como “Filthy Fifteen” (Quinze Obscenas). A maioria delas, não é surpresa, eram canções de rock, especificamente, canções de hard rock ou metal. Portanto, AC/DC, Motley Crue, Judas Priest, Twisted Sister, Black Sabbath e W.A.S.P. estão todos devidamente representados na lista.

Confira as 15 músicas mais obscenas, segundo o conselho, abaixo:

AC/DC – Let Me Put My Love Into You
Presente no álbum Back in Black, de 1980, a faixa foi incluída na lista por causa do seu evidente tema sexual. A seleção não deve ter sido fácil, já que no mesmo álbum encontram-se as músicas Givin’ The Dog A Bone e You Shook Me All Night Long.

Def Leppard – High ‘n’ Dry
A faixa-título do álbum de 1981 do Def Leppard foi recomendada para ser censurada com base nas suas referências ao uso de drogas e álcool.

 

Black Sabbath – Trashed
O principal single do álbum Born Again, de 1983, a única colaboração do Black Sabbath com o cantor Ian Gillan, também foi criticado pelas suas referências ao álcool e ao conduzir embriagado. A amarga ironia, claro, é que a música termina com um muito medo a envolver um acidente de carro.

 

W.A.S.P. – Animal (F— Like a Beast)
A inclusão de Animal na “Filthy Fifteen” inicialmente levou a gravadora do W.A.S.P. a exigir que a faixa fosse removida do seu álbum autointitulado de estreia, de 1984. Uma década depois, o projeto ganhou certificado de ouro e Animal foi reintegrada como parte de uma nova reedição do disco.

Motley Crue – Bastard
A faixa do álbum Shout at the Devil, de 1983, abriga uma fantasia de vingança envolvendo um estuprador. O disco decolou assim que recebeu o adesivo parental-advisory.

Twisted Sister – We’re Not Gonna Take It

A música foi censurada por incitar a violência e isso levou o vocalista da banda, Dee Snider, a se tornar parte de um trio de músicos que testemunharam na audiência no Congresso.

Venom – Possessed
Escolher apenas uma música do Venom deve ter sido difícil para o conselho. Afinal, muito antes do Venom lançar Possessed, em 1985, Eles já haviam lançado um projeto de estreia intitulado Welcome to Hell.

Judas Priest – Eat Me Alive
Essa faixa com tema bondage, presente no álbum Defenders of the Faith, de 1984, inevitavelmente atraiu a atenção do PMRC. Sentindo claramente que não entenderam a piada, o Judas Priest mais tarde incluiu a faixa intitulada Parental Guidance no álbum Turbo, de 1986.

Mercyful Fate – Into the Coven
Esse grupo dinamarquês mal havia visitado os EUA antes de ser incluído na “Filthy Fifteen”. Isso levou King Diamond e companhia a se tornarem uma das bandas mais influentes no gênero do metal extremo.

Sheena Easton – Sugar Walls
Um período de colaboração com Prince levou a esta virada sexualizada na carreira de Easton que, antes de lançar Sugar Walls, em 1984, era uma estrela pop mediana.

Cyndi Lauper – She Bop
She Bop, hit do disco de estreia de Cyndi Lauper, em 1983, mostrou a cantora exaltando as virtudes da satisfação pessoal, para o horror do PMRC.

Mary Jane Girls – In My House
Ex-backing vocals do controverso Rick James, pareceram que foram consideradas culpadas por associação. Claro, James escreveu e produziu muitas de suas músicas, mas In My House não era nada mais do que uma insinuação funk-pop.

Vanity – Strap On ‘Robbie Baby’
Ex-protegida (e namorada) de Prince, Vanity encontrou uma maneira de superar seu sucesso colaborativo Nasty Girl, de 1982. Strap On ‘Robbie Baby’ é mais sórdido e é tudo sobre seu namorado Robbie Bruce.

Madonna – Dress You Up
Descrita como profana e sexualmente explícita pelo conselho, Dress You Up soa estranho para os padrões de hoje. Mas também parecia estranho para os padrões de Madonna, mesmo naquela época. Afinal, a música foi apresentada em um álbum intitulado Like a Virgin, de 1985.

Prince – Darling Nikki
Tipper Gore supostamente teve a ideia de criar o PMRC depois de ouvir essa música vinda do quarto de sua filha. Enquanto isso, Prince vendeu mais de 13 milhões de cópias de Purple Rain, e usou a música como tema de seu filme de sucesso.

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